sábado, 6 de dezembro de 2014

PRIVACIDADE NA REDE

        Na última aula que tivemos de Educação e Tecnologias Contemporâneas eu ri bastante com o relato de algumas colegas (Márcia e Sandra) sobre suas paranoias (segundo elas) em relação a câmera do notebook e até do celular, elas chegaram ao cúmulo de colocar fita adesiva nas câmeras porque acreditavam que poderiam estar sendo observadas. 
         Fiquei pasma com o fato que foi exposto por uma delas (Sandra), quando contou que sua amiga reencontrou seu cachorrinho perdido tendo em mãos apenas poucas pistas e acesso as redes sociais, isso foi o bastante para que ela conseguisse descobrir quem encontrou seu cachorro, e onde essa pessoa morava, o que possibilitou que ela (a dona do cachorro) fosse buscá-lo pessoalmente. O que mais me deixou surpresa foi o fato de que a dona do dog não era nenhuma especialista em rastreamento nas redes, era uma pessoa comum como eu e você.
           Ainda teve o exemplo citado pelo professor, sobre o rapaz que enviou um e mail para o Google solicitando as informações gerais que possuíam sobre ele, e em pouco tempo recebeu um dossiê completo que deixaria qualquer investigador profissional (espião) admirado.
           Depois disso tudo chego a conclusão que talvez a paranoia das colegas não sejam tão absurdas assim!

Um comentário:

  1. E não é absurdo mesmo. Agora só acesso a net, com a etiqueta na câmera. Fiquei com medo que minhas particularidades, estivessem por ventura, explicitas para todo o mundo. Já não basta as empresas manipuladoras, que tem uma facilidade enorme para acessar meus dados. #mundobandido

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